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4 coisas que o filme "O Livro de Eli" nos ensina sobre política

Muitos de vocês devem ter assistido o filme "O Livro de Eli" com um olhar de um filme de drama/ação, mas hoje iremos mostrar ele sobre uma perspectiva política.


É possível extrair diversas lições de política ao longo do filme a fim de servir como um exemplo de como as relações de poder acontece em nossa sociedade. Iremos mostrar agora 4 coisas que o filme “O Livro de Eli” nos ensina sobre política, vamos lá!?

Poder: para Foucault, o poder é uma relação entre pessoas, no qual uma pessoa 'A' exerce poder sobre uma pessoa 'B' e essa pessoa 'B 'responde com obediência a pessoa 'A'. E, para que o poder seja sustentado, esta relação nunca pode ser igual; sempre tende haver alguém que está a mercê do outro. No filme, conseguimos observar logo no início a pequena  vila governada por Carnegie no qual ele tem o comando devido ao seu “poderio militar” fazendo com que os moradores o temam. Vemos também ele exercendo poder sob a sua empregada e a filha dela. A relação dele com elas é: eu te dou abrigo, comida e segurança e vocês satisfazem a minha vontade e a de meus homens. Afinal, quem têm o poder faz as regras do jogo. 

Ideologia: Você age como você pensa. Se eu controlo sua forma de pensar, controlo sua forma de agir. Todos os livros foram queimados depois da guerra causando o analfabetismo das pessoas. Como elas não ´tem de onde extrair conhecimento para formar sua própria ideologia, ficam a mercê das palavras dos outros. As palavras do livro têm o poder para conquistar o coração dos fracos e desesperados, e, Carnegie o quer mais que tudo para ter o controle da mente das pessoas.

Conhecimento: para Maquiavel, "a melhor forma de se obter o poder é modificando a forma como as pessoas percebem as coisas". Se eu mudo a percepção sobre algo, logo consigo o controle sobre sua forma de pensar. Eli e Carnegie são os únicos que sabem ler, sendo assim, eles são o futuro. Eli usava todo o conhecimento para o bem; Carnegie para o mau. Enquanto Eli queria levar o livro para um lugar seguro para ajudar as pessoas, Carnegie queria o livro para ajudar a si mesmo e para garantir sua perpetuação no poder.

Hábitos: Eli traz de volta os costumes antigos como o simples ato de se sentar e comer. Além disso, ele recita um versículo da bíblia antes de cometer algum pecado, e, lê o livro perto da porta e com a arma na mão pois sabe do poder que aquilo têm se cair em mãos erradas. Os bons hábitos são orientadores de conduta e essenciais para se construir uma ideologia forte. 

 

O "Livro de Eli" é um ótimo filme e nos ensina muito sobre o contexto de poder e política. Para mais dicas sobre marketing político, siga-nos no Instagram @oswmarketing

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